Na indústria da construção, contratar bem passou a sustentar a produção

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CEO da MSA RH, Ricardo Oheb Sion analisa por que o recrutamento se tornou um fator decisivo para indústrias que fornecem à construção civil e operam sob pressão constante

A indústria que abastece a construção civil funciona em um ritmo próprio, marcado por produção contínua, contratos de grande porte e pouca tolerância a interrupções. Diferentemente das obras, que têm início e término definidos, fábricas e operações industriais precisam manter estabilidade diária para atender pedidos, cumprir prazos e sustentar cadeias produtivas extensas. Nesse ambiente, qualquer falha na formação das equipes aparece rapidamente na linha de produção.

A dificuldade para contratar talentos tem se tornado um obstáculo recorrente nesse segmento. Levantamentos da Sondagem da Indústria da Construção, da Confederação Nacional da Indústria, indicam que a falta ou o alto custo de mão de obra, especialmente em funções operacionais, figura entre os principais problemas enfrentados pelas empresas do setor. Quando até posições básicas se tornam difíceis de preencher, a contratação deixa de ser um tema administrativo e passa a interferir diretamente na capacidade produtiva.

Esse tipo de pressão ajuda a explicar o porquê decisões tomadas no recrutamento passaram a ter impacto direto na rotina industrial. Turnos incompletos, sobrecarga de lideranças e atrasos na entrega deixam de ser exceções e passam a fazer parte do cotidiano de indústrias que fornecem para a construção civil.

Ricardo Oheb Sion, CEO da MSA RH, explica que esse cenário exige mudança de postura. “Na indústria, não dá para tratar recrutamento como reação a um problema que já estourou. Na MSA RH, o ponto de partida é entender o ritmo da operação, o volume real de vagas e o tipo de profissional que consegue se manter naquele ambiente”, afirma.

Segundo ele, a diferença está menos na pressa e mais na estrutura. “A gente organiza o processo para que a contratação acompanhe a produção. Isso envolve dividir volumes de vagas, usar indicadores, alinhar expectativas com os gestores e os candidatos desde o início e evitar promessas que não se sustentam no dia a dia da fábrica”, diz.

Empresas desse segmento operam com processos industriais rígidos, padrões elevados de qualidade e margens reduzidas para erro. A contratação de pessoas para esse ambiente exige mais do que experiência técnica. Ritmo de trabalho, disciplina operacional, adaptação à rotina fabril e clareza sobre turnos influenciam diretamente a permanência dos profissionais.

Em momentos de pico de demanda, muitas indústrias precisam ampliar equipes rapidamente para não comprometer contratos. Quando esse movimento acontece sem método, o resultado costuma surgir pouco depois, na forma de rotatividade, retrabalho e necessidade constante de reposição. “Quando o recrutamento não conversa com a realidade da operação, a empresa entra em um ciclo de correções que consome tempo, energia e produtividade”, observa Ricardo.

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Parte desse desgaste começa ainda no processo seletivo. Etapas genéricas, comunicação pouco clara sobre o ambiente de trabalho e desalinhamento de expectativas criam rupturas precoces. Na prática, estruturar o recrutamento significa reduzir esse ruído antes que ele vire problema operacional.

Ricardo resume a lógica aplicada pela MSA RH de forma direta: “Quando o profissional entra sabendo exatamente o que vai encontrar, a chance de permanência aumenta. Para a empresa, isso significa menor turnover, mais estabilidade e uma produção que não fica refém da escassez de talentos”.

À medida que a indústria da construção segue pressionada por escala, regularidade e eficiência, a forma de contratar pessoas deixa de ser detalhe e passa a integrar o próprio planejamento produtivo. Empresas que organizam esse processo com critério conseguem atravessar períodos de alta demanda com menos desgaste e mais previsibilidade.

Em um setor onde erros de contratação impactam diretamente a produção, entender como processos seletivos podem ser organizados com mais critério deixou de ser um tema secundário. Conheça a atuação da MSA RH junto a indústrias da construção civil em www.msarh.com.br.

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